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MADRID 24 out. (EUROPA PRESS) -
As Forças Armadas da Coreia do Norte sofreram mais de 6 mil baixas em seu destacamento na região russa de Kursk, incluindo mortos e feridos, segundo uma estimativa "muito provável" dos serviços de inteligência do Reino Unido, o que, em números, representaria mais da metade dos 11 mil soldados que o regime de Kim Jong Un enviou inicialmente para ajudar seu aliado russo na luta contra a Ucrânia.
Pyongyang enviou essas tropas para ajudar na defesa da Rússia após a incursão militar ucraniana na região de Kursk. Desde o início, o destacamento militar se limitou ao território russo, embora o grau de envolvimento e o trabalho das tropas norte-coreanas tenham variado ao longo do tempo.
As forças armadas norte-coreanas informaram, em 16 de outubro, que o pessoal militar norte-coreano estava envolvido na vigilância e no apoio técnico aos ataques russos dentro da Ucrânia. Como a inteligência britânica observou em um relatório divulgado pelo Ministério da Defesa, essa foi "a primeira vez" que esse envolvimento direto em ações ofensivas foi relatado.
Os especialistas presumem que a Coreia do Norte tentará aproveitar as "oportunidades" oferecidas pelo conflito para aprimorar suas próprias capacidades militares, incluindo o uso e a implantação de drones em operações de combate reais, como sua suposta colaboração em bombardeios na região de Sumi, na Ucrânia.
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