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MADRID 21 out. (EUROPA PRESS) -
O Reino Unido enviou tropas a Israel para ajudar nos esforços internacionais para "monitorar" o frágil cessar-fogo na Faixa de Gaza, atendendo a um pedido da administração de Donald Trump, que elaborou um plano para o futuro do enclave que recebeu a aprovação de grande parte da comunidade internacional.
O ministro da Defesa britânico, John Healey, anunciou na noite de segunda-feira o envio de um "pequeno número" de pessoal uniformizado, incluindo um comandante sênior, embora há apenas dez dias a chefe da diplomacia, Yvette Cooper, tenha declarado que o Reino Unido não tinha intenção de enviar soldados para Gaza.
"Podemos contribuir para o monitoramento do cessar-fogo, mas é provável que outros assumam a liderança. Em resposta à solicitação dos EUA, designamos um oficial militar de duas estrelas para o comando civil e militar como vice-comandante. Portanto, desempenharemos um papel fundamental", disse ele em um evento em Londres, de acordo com o Guardian.
Ele garantiu que "eles trarão seus conhecimentos e habilidades especializadas na medida do possível", sem assumir um papel de liderança: "Faremos a nossa parte", concluiu, depois que um porta-voz de seu gabinete disse que o grupo militar britânico procura garantir que Londres seja "integrada" aos planos de Washington para a "estabilidade" em Gaza "pós-conflito".
O comandante trabalhará como adjunto no centro de coordenação civil-militar liderado pelos EUA em Israel. Espera-se que ele também inclua tropas de países da região, como o Catar e o Egito - ambos mediadores entre Israel e o Hamas -, além da Turquia e dos Emirados Árabes Unidos (EAU).
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