Publicado 20/03/2025 07:22

Reino Unido detecta recrutamento "desproporcional" de russos de áreas pobres para lutar na Ucrânia

MOSCOU, 13 de março de 2025 -- Esta foto publicada no site do Kremlin em 12 de março de 2025 mostra o presidente russo Vladimir Putin participando de uma reunião em um centro de comando militar na região de Kursk. O presidente russo, Vladimir Putin, propô
Europa Press/Contacto/Kremlin website

MADRID 20 mar. (EUROPA PRESS) -

A Rússia sofreu um nível de baixas na Ucrânia nunca visto desde a Segunda Guerra Mundial e que, de acordo com os serviços de inteligência do Reino Unido, mostra que os cidadãos russos de áreas menos desenvolvidas e pertencentes a minorias étnicas estão assumindo um papel "desproporcional" no destacamento militar no país vizinho, em comparação com o escasso recrutamento de habitantes de centros urbanos como Moscou e São Petersburgo.

Para os especialistas britânicos, essa disparidade é uma evidência de que o presidente russo Vladimir Putin e outros líderes políticos e militares de alto escalão "provavelmente dão menos valor às vidas" de determinados grupos, de acordo com o relatório divulgado na quinta-feira pelo Ministério da Defesa.

O Reino Unido concorda com a estimativa da Ucrânia de 900.000 baixas sofridas pelas forças armadas russas desde o início da invasão, há mais de três anos. Desse total, acredita-se que entre 200.000 e 250.000 tenham sido mortos.

Moscou "prioriza os objetivos do conflito em detrimento da vida dos soldados russos", a ponto de a inteligência britânica acreditar que está preparada para "tolerar" um alto número de baixas "desde que isso não afete o apoio público à guerra e que essas baixas possam ser substituídas".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado