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MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo do Reino Unido denunciou nesta quinta-feira uma suposta “operação secreta” de submarinos russos em suas águas e arredores, um dos quais foi detectado “há várias semanas” no Ártico, enquanto outras embarcações realizavam “atividades ilícitas” perto de infraestruturas críticas.
“A operação fazia parte de uma manobra de distração russa”, afirmou o governo britânico em um comunicado, no qual destaca que, em colaboração com a Noruega, foi lançada uma operação “para garantir que as unidades russas soubessem que estavam sendo vigiadas”.
O ministro da Defesa, John Healey, elogiou o trabalho do pessoal britânico que se dedicou durante “muitos dias” a rastrear esses submarinos em “condições extremamente difíceis e perigosas”, ao mesmo tempo em que advertiu o presidente russo, Vladimir Putin, de que não tolerarão esse tipo de ação.
“A Putin digo o seguinte: estamos de olho em você, vemos suas atividades em nossa infraestrutura submarina. Saiba que qualquer tentativa de danificá-la não será tolerada e terá graves consequências”, advertiu o ministro ao presidente russo.
Por sua vez, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, destacou que as Forças Armadas do Reino Unido “estão entre as melhores do mundo” e que seu governo “fará tudo o que for necessário” para defender os interesses do país “onde quer que seja necessário no mundo”.
O governo britânico deu a entender que a operação de rastreamento se prolongou por pelo menos uma semana. Além disso, embora o submarino russo tenha retornado à Rússia, as Forças Armadas do Reino Unido mantêm sua presença na zona, caso seja necessário responder a ações semelhantes.
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