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O Ministério da Defesa britânico acusa o Kremlin de "russificar" os territórios conquistados na Ucrânia em uma campanha de "erradicação" da identidade MADRI 22 mar. (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Defesa do Reino Unido denunciou no sábado que o decreto assinado na quinta-feira pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, que obriga os ucranianos que vivem no país a "regularizar sua situação", representa, na realidade, uma ordem de expulsão encoberta.
O decreto, que também afeta o território ucraniano ocupado por Moscou, dá aos afetados até 10 de setembro para aceitar passaportes e sua cidadania russa, no que Londres interpreta como uma iniciativa para "forçar a saída dessa população".
O Ministério da Defesa britânico acusa Putin e os altos comandantes russos de continuarem "a seguir uma política de russificação no território ucraniano ilegalmente ocupado, como parte de seus esforços de longa data para erradicar a cultura, a identidade e a condição de Estado da Ucrânia".
Londres também condena a descrição "errônea e ilegal" feita pela Rússia das províncias ucranianas de Donetsk, Lugansk, Zaporiyia, Kherson e Crimeia como "parte da Federação Russa", o que está em "contradição direta com o reconhecimento declarado pela própria Rússia da independência e soberania da Ucrânia após o colapso da União Soviética, bem como com o reconhecimento internacional mais amplo da Ucrânia".
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