MADRID, 17 jun. (EUROPA PRESS) -
Os serviços de inteligência do Reino Unido apontaram na terça-feira um "aumento significativo" no número de russos com deficiências decorrentes de ferimentos de combate na Ucrânia, incluindo um aumento no número de membros protéticos desde o início da invasão em fevereiro de 2022.
Eles observaram que "informações de fontes abertas apontam para um aumento significativo no número de membros protéticos na Rússia", com os dados do Ministério do Trabalho russo colocando o número de membros protéticos fornecidos a pessoas com deficiência em 152.500 em 2024.
Isso representa um aumento de 53% em relação a 2023, incluindo "um aumento de 75% em braços protéticos". "O número de cadeiras de rodas entregues também aumentou em 18% no mesmo período", disseram eles, de acordo com uma declaração publicada pelo Ministério da Defesa do Reino Unido em sua conta de mídia social X.
Os serviços de inteligência do Reino Unido também observaram que o meio de comunicação independente russo Verstka havia relatado anteriormente que "soldados russos com membros amputados haviam sido deixados na lista de espera por longos períodos de tempo para receber as próteses de que precisavam".
"É quase certo que a Rússia não esteja fornecendo o tratamento necessário na linha de frente, o que contribui para um número maior de ferimentos graves de longo prazo entre os soldados russos", argumentaram.
"O aumento significativo no número de homens russos com deficiências, bem como o número de militares feridos em geral, terá um impacto negativo de longo prazo sobre os serviços médicos e sociais na Rússia", concluíram os serviços de inteligência do Reino Unido.
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