Publicado 27/08/2026 04:00

O Reino Unido aponta para impactos na produção na Rússia devido aos ataques da Ucrânia contra “infraestrutura crítica”

Londres afirma que Kiev realizou “mais ataques e de maior alcance” no último semestre do que “em qualquer outro período” da guerra

Archivo - Arquivo - Soldados do Exército ucraniano durante a visita da ministra da Defesa, Margarita Robles, à Academia de Infantaria de Toledo, em 3 de janeiro de 2025, em Toledo, Castela-La Mancha (Espanha). Robles visitou a Academia de Infantaria para
Juan Moreno - Europa Press - Arquivo

MADRI, 27 ago. (EUROPA PRESS) -

Os serviços de inteligência do Reino Unido indicaram que os últimos ataques da Ucrânia contra “infraestrutura crítica” na Rússia afetaram a produção nos setores de energia e de mísseis, no contexto da guerra desencadeada em fevereiro de 2022 pela invasão ordenada pelo presidente russo, Vladimir Putin.

Assim, destacaram que Kiev conseguiu atingir com drones, nos dias 14 e 26 de junho, a fábrica química de Novomoskovsk Azot, localizada “a cerca de 350 quilômetros” da fronteira, causando diversos danos à infraestrutura e à “usina de energia adjacente”, chegando a “afetar a produção” nas instalações.

“A fábrica química Novomoskovsk Azot é uma das maiores da Rússia, onde são fabricados produtos químicos como ácido nítrico e fertilizantes”, explicaram, antes de acrescentarem que a mesma “tem sido associada ao fornecimento de produtos químicos que apoiam a produção de explosivos militares russos”.

Por isso, ressaltaram por meio de um comunicado publicado pelo Ministério da Defesa britânico nas redes sociais que esses ataques “fazem parte da campanha de ataques profundos que a Ucrânia vem realizando contra infraestruturas críticas russas, incluindo instalações industriais de defesa”.

“É provável que os ataques tenham interrompido a produção em setores como a microeletrônica, energia e fabricação de mísseis, entre outros”, afirmaram os serviços de inteligência britânicos, que também esclareceram que Kiev teria realizado “mais ataques e de maior alcance” contra esses alvos durante o último semestre do que “em qualquer outro período da guerra”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado