Europa Press/Contacto/Vuk Valcic - Arquivo
Suaviza as medidas contra o diesel e o combustível russo diante da crise no Estreito de Ormuz
MADRID, 20 maio (EUROPA PRESS) -
O governo britânico anunciou nesta quarta-feira novas sanções contra o combustível russo, embora tenha esclarecido que elas serão aplicadas de “forma gradual” nos próximos meses para evitar a desestabilização do mercado, enquanto continua o bloqueio do estreito de Ormuz, uma rota marítima fundamental para o abastecimento.
O Ministério das Relações Exteriores britânico indicou que essas “novas e reforçadas sanções” sobre o petróleo e o gás russos incluem “proibições imediatas” que afetam derivados de petróleo, parafina, nafta e lubrificantes.
No entanto, explicou que “em algumas áreas” essas novas medidas serão aplicadas “nos próximos meses” de “forma gradual para gerenciar o risco à estabilidade do mercado”, como já ocorreu frequentemente com sanções anteriores após a crise energética provocada pela guerra dos Estados Unidos no Irã.
Trata-se de uma medida semelhante à adotada pelos Estados Unidos, que abriram mão e permitiram o comércio com navios-tanque russos que já se encontravam em alto mar, por exemplo, o que gerou certo mal-estar principalmente na Ucrânia.
O governo britânico quis ressaltar que “é completamente falso” que o Reino Unido tenha suspendido qualquer sanção e enfatizou que, pelo contrário, elas estão sendo “reforçadas”, conforme se pode ler em um comunicado recente.
O Reino Unido flexibilizou as sanções ao diesel e aos combustíveis, por exemplo, para aeronaves de passageiros e de carga em países terceiros, bem como para navios, devido ao aumento dos preços, conforme indica a extensa lista de exceções publicada pelo Ministério das Relações Exteriores em seu site.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático