Publicado 15/09/2026 08:18

O Rei elogia o “exemplo de civismo” de Ceuta e destaca a importância da “flexibilidade” diante de situações de emergência

O Rei Felipe VI durante a cerimônia de abertura do ano letivo de 2026-2027 da Escola Nacional de Proteção Civil, em 15 de setembro de 2026, em Rivas Vaciamadrid, Madri (Espanha). O Rei preside a cerimônia de abertura do ano letivo por ocasião da reforma d
Alberto Ortega - Europa Press

MADRID 15 set. (EUROPA PRESS) -

O rei Felipe VI elogiou o “exemplo de civismo” de Ceuta, reconhecendo, em particular, o “trabalho imenso” da equipe de Proteção Civil na cidade autônoma após a chegada em massa de migrantes no final de julho, defendendo a importância da flexibilidade e da coordenação por parte das instituições na hora de lidar com emergências.

Em suas primeiras palavras em público desde a chegada de mais de 70 mil migrantes vindos do Marrocos, por ocasião da abertura do ano letivo de 2026-2027 na Escola Nacional de Proteção Civil em Rivas-Vaciamadrid, o monarca não quis perder a oportunidade de falar sobre a situação pela qual passa a cidade autônoma, que ele deve visitar junto com a rainha Letizia nas próximas semanas.

“As grandes emergências podem ser de todo tipo”, afirmou Felipe VI, que se considerou “obrigado” a mencionar “uma cidade espanhola que todos levamos no coração e na mente nestes dias e a reconhecer o trabalho imenso que está sendo realizado pelo pessoal da Proteção Civil em Ceuta”, especialmente o pessoal local, “em estreita coordenação com os demais servidores públicos e voluntários, e em uma situação de extraordinária complexidade”.

“O trabalho desses homens e mulheres desperta a admiração de todos os espanhóis”, afirmou o rei, que esteve acompanhado pelo ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, elogiando igualmente o “exemplo de civismo” que Ceuta ofereceu ao se tornar o “primeiro território da Espanha a atingir 100% de capacitação em emergências em suas escolas”.

Nesse sentido, Felipe VI destacou que “muitas vezes, um incêndio, um terremoto, uma enchente ou um grande acidente ultrapassam as fronteiras administrativas ou a delimitação de competências, colocando à prova nossa flexibilidade e capacidade de coordenação, de formação de equipes e de integração dos recursos de diferentes administrações públicas”.

O ministro do Interior também havia se referido a Ceuta pouco antes. Em sua intervenção, ele sublinhou que “quando a gravidade ultrapassa as capacidades territoriais isoladas, podemos reunir diretamente informações e apoio sem substituir aqueles que conhecem e administram o território”, como se viu “em qualquer emergência ou catástrofe de que possamos nos lembrar agora”.

E isso também se confirma, acrescentou ele, “em outro tipo de situação, como agora em Ceuta, onde todas as administrações se empenharam em ajudar a população de Ceuta e trabalham lado a lado para que ela recupere a normalidade de sua vida cotidiana no menor prazo possível”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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