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MADRID 11 fev. (EUROPA PRESS) -
O rei Abdullah II da Jordânia anunciou nesta terça-feira, diante do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que seu país acolherá 2 mil crianças doentes de Gaza, em meio à polêmica medida do magnata para deslocar os palestinos da Faixa de Gaza.
"Uma das coisas que podemos fazer imediatamente é levar 2.000 crianças que têm câncer ou estão em condições muito ruins para a Jordânia o mais rápido possível", disse ele em declarações à imprensa da Casa Branca, onde foi recebido pelo presidente dos EUA, que descreveu a iniciativa como um "gesto agradável".
Questionado sobre o plano de Trump de expulsar os palestinos da Faixa de Gaza para assumir o controle e reconstruir o enclave, Abdullah II pediu para "esperar" que os países árabes discutam a medida em conjunto, incluindo o Egito.
Por sua vez, Trump opinou que não acredita que o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) cumprirá o prazo para devolver todos os reféns depois que Israel ameaçou retomar seus ataques se não reativar as libertações.
O magnata republicano defendeu novamente sua ideia para Abdullah II, apesar de tanto Cairo quanto Amã terem rejeitado o plano. As Nações Unidas já advertiram Trump de que a lei internacional proíbe qualquer tipo de deslocamento forçado, em uma onda de críticas também apoiada por potências europeias e organizações de direitos humanos.
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