Publicado 28/09/2025 15:24

Rego acredita que "ainda é possível fazer mais" pela Palestina e reitera o rompimento total com Israel

A Ministra da Juventude e da Infância, Sira Rego, inaugura a Conferência Além do Crescimento, no Congresso dos Deputados, em 26 de setembro de 2025, em Madri (Espanha). Esse é um espaço de deliberação democrática para um novo modelo econômico.
Diego Radamés - Europa Press

MADRID 28 set. (EUROPA PRESS) -

A ministra da Juventude e da Infância, Sira Rego, disse neste domingo que, embora o governo tenha tomado "decisões importantes", ainda há "mais que pode ser feito" sobre a situação na Faixa de Gaza, e reiterou a necessidade de uma ruptura total nas relações com Israel.

"Eu acredito que mais pode ser feito, que devemos continuar a ser absolutamente inflexíveis com o que está acontecendo com o genocídio em Gaza, devemos continuar a pressionar e devemos continuar a tomar medidas para isolar completamente os genocidas", disse ele em uma entrevista na 'France24', relatada pela Europa Press.

Foi o que ela disse depois de ser questionada se considerava que o governo havia feito o suficiente em relação à Palestina, argumentando que o papel da comunidade internacional é "decisivo" nesse sentido e, mais uma vez, defendendo "o rompimento total de todos os tipos de relações diplomáticas, econômicas, esportivas, culturais, qualquer evento": "Devemos romper com Israel porque essa é uma das maneiras pelas quais a pressão internacional pode contribuir para que esse genocídio termine o mais rápido possível".

Questionada sobre o recente reconhecimento do Estado palestino pela França e pelo Reino Unido, ela ressaltou que esse é um gesto "que tem sua importância", mas que "não vai acabar com o genocídio", e que o que pode acabar com ele é "romper todos os tipos de relações comerciais com Israel".

A única maneira de conseguir isso é "isolar verdadeiramente os perpetradores do genocídio e parar de financiar, direta ou indiretamente, qualquer ação que acabe apoiando o genocídio. E isso significa romper todas as relações comerciais, econômicas e diplomáticas", enfatizou.

Com relação a esse último aspecto, em contraste com a discordância entre Sumar e PSOE dentro do governo no que diz respeito ao rompimento das relações diplomáticas com Israel, a ministra indicou que ambos os partidos têm, em sua opinião, uma "abordagem comum" no governo que "tem a ver com o fim do genocídio".

"É verdade que o fato de estarmos no governo faz dele um governo que toma decisões mais progressistas em termos de políticas sociais e econômicas, mas também em relação ao genocídio em Gaza", disse ela.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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