LEÓN 25 out. (EUROPA PRESS) -
A secretária de Organização do PSOE, Rebeca Torró, disse neste sábado em León que "quanto pior é a gestão dos presidentes regionais do PP, mais barulho Feijóo faz para encobrir todos os danos que eles estão deixando para trás".
Para a líder socialista, em cada crise o "modus operandi" do PP é o mesmo: "primeiro eles escondem suas cabeças na areia como um avestruz e depois é hora de mentiras e desculpas".
A esse respeito, ela destacou que essa foi a ação da presidente da Comunidade de Madri, Isabel Díaz Ayuso, durante a pandemia; a do presidente da Generalitat, Carlos Mazón, com a Dana; a do presidente da Junta de Castilla y León, Alfonso Fernández Mañueco, com os incêndios e a do presidente da Junta de Andalucía, Juanma Moreno, com a peneiração.
Teresa Torró participou da inauguração da conferência "Atreva-se a construir o futuro. Os Fundos da Próxima Geração, motor de crescimento de Castilla y León", onde ela enfatizou que a "maldade" do PP "não tem limites", como demonstrado na sexta-feira na reunião do Conselho Interterritorial de Saúde, em meio à crise de rastreamento de câncer na Andaluzia. "A pequena manobra orquestrada por Feijóo com a saída dos conselheiros deixou dois milhões de euros não distribuídos para o tratamento e monitoramento do câncer", acrescentou.
Para a socialista, "a má política mata e a boa política salva vidas", e é por isso que é tão importante quem está no governo. Nesse sentido, acrescentou que o governo central demonstra que as crises podem ser superadas "sem que as pessoas comuns paguem por elas" com políticas sociais e de solidariedade que protejam as pessoas e não com "cortes de austeridade que as sufoquem".
FEIJÓO, "LÍDER EM DECLÍNIO".
Por outro lado, o Secretário de Organização do PSOE se referiu ao presidente do PP, Alberto Núñez Feijóo, como um "líder em declínio". Aquele que "diz emissões de 'metanol' ou apelida o presidente da Extremadura de Gallardo fala de um deslize de linguagem", acrescentou.
"Por lapsos os dos presidentes regionais do PP toda vez que o povo precisa deles", enfatizou e deu como exemplo o que aconteceu em Castilla y León neste verão com os incêndios, quando Mañueco levou "quatro dias para pegar a toalha na praia" para acabar "enlameando ainda mais e puxando o manual de emergência do PP".
"Antes dos incêndios, ninguém na Espanha sabia quem era Mañueco. Agora todos o conhecem por sua má gestão e por sua submissão à Vox", disse ele.
Ele também reprovou Alberto Núñez Feijóo por sempre "falar mal do governo" na Europa e disse que seu patriotismo é "um animal mitológico, assim como sua moderação".
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