Europa Press/Contacto/Stringer - Arquivo
MADRID 8 abr. (EUROPA PRESS) -
Três cidadãos norte-americanos condenados por participar de uma tentativa fracassada de golpe na República Democrática do Congo (RDC) foram repatriados para os Estados Unidos na terça-feira, depois que suas sentenças de morte foram comutadas para prisão perpétua.
"Em cooperação com a Embaixada dos Estados Unidos em Kinshasa, Marcel, Benjamin e Taylor foram enviados aos Estados Unidos para cumprir suas sentenças", disse a porta-voz da presidência congolesa, Tina Salama, nas redes sociais.
A decisão, de acordo com a presidência congolesa, faz parte de "uma dinâmica de fortalecimento da diplomacia judicial e da cooperação internacional no campo da justiça e dos direitos humanos entre os dois países".
Isso ocorre depois que, na semana passada, o presidente do país africano, Felix Tshisekedi, comutou a sentença de morte imposta por um tribunal militar em Kinshasa aos três cidadãos norte-americanos por meio de um perdão presidencial.
Entre eles está Marcel Malanga, de 23 anos, filho do falecido líder do ataque, Christian Malanga, um membro da diáspora congolesa que vivia nos Estados Unidos. Seus outros dois compatriotas são Tyler Thompson e Benjamin Reuben Zalman-Polun.
Cerca de cinquenta pessoas foram julgadas pelo ataque fracassado, que envolveu um duplo ataque à residência do Presidente do Parlamento, Vital Kamerhe, e ao Palácio Presidencial na capital, Kinshasa, e que resultou na morte de dois policiais e quatro agressores.
A repatriação coincide com as recentes conversas entre as partes para concluir um acordo sobre o setor de mineração, depois que o conselheiro sênior do presidente dos EUA para a África, Massad Boulos, reuniu-se com Tshisekedi na semana passada na capital congolesa.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático