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MADRID 15 abr. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos quatro profissionais de saúde morreram nesta quarta-feira em novos ataques perpetrados pelo Exército de Israel contra áreas da cidade de Nabatiye, no sul do Líbano, no âmbito da ofensiva israelense e apesar das negociações realizadas horas antes nos Estados Unidos para tentar chegar a um cessar-fogo.
Além das quatro vítimas fatais, identificadas como “membros de equipes de resgate”, os ataques, que tinham como alvo a Organização Islâmica de Saúde, deixaram vários feridos, segundo informações do jornal “L’Orient-Le Jour”. As autoridades israelenses associam esse grupo ao partido-milícia xiita libanês Hezbollah.
Após um primeiro ataque, vários veículos de emergência foram enviados ao local do incidente, onde se depararam com fogo israelense, conforme explicam essas informações, que indicaram que o Exército de Israel atacou posteriormente com um drone uma das ambulâncias pertencentes à organização.
Posteriormente, bombardeou outro veículo de emergência pertencente à Associação de Escoteiros da Missão Islâmica, também conhecida como Escoteiros de Risala, e outra ambulância da Organização Islâmica de Saúde, além de outras duas da Defesa Civil libanesa.
Entre os mortos estão o motorista da ambulância Fadel Serhane, o paramédico Mahdi Abú Zeid e dois membros do serviço de ambulâncias de Nabatiye. As autoridades libanesas indicaram que as operações continuam com a ajuda do Exército do Líbano para tentar chegar ao local dos fatos e recuperar os corpos, que teriam ficado presos dentro dos veículos.
As autoridades libanesas elevaram para mais de 2.160 o número de mortos e para mais de 7.000 o de feridos em decorrência dos ataques realizados por Israel desde o último dia 2 de março, incluindo mais de 300 mortos e 1.100 feridos no dia 8 de abril, na maior onda de ataques israelenses contra o país vizinho em um único dia.
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