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MADRID, 23 abr. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos quatro palestinos morreram nesta quinta-feira em decorrência de novos ataques realizados pelo Exército de Israel contra a Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor no enclave desde outubro de 2025, em virtude do acordo entre as autoridades israelenses e o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) para aplicar a proposta dos Estados Unidos.
De acordo com informações coletadas pela agência de notícias palestina WAFA, pelo menos três pessoas morreram em um ataque contra um veículo na entrada do campo de refugiados de Maghazi, no centro do enclave, enquanto outra morreu em um bombardeio de um drone em Jan Yunis (sul), sem que o Exército israelense tenha se pronunciado até o momento sobre esses incidentes.
O Ministério da Saúde de Gaza informou nesta mesma quinta-feira que, desde o início do cessar-fogo, foram confirmados 792 “mártires” e 2.235 feridos, incluindo seis mortos e 18 feridos no último dia, enquanto 761 corpos foram recuperados nas áreas de onde as tropas israelenses se retiraram, agora posicionadas dentro da chamada “linha amarela”, que cobre mais de 50% do enclave.
Além disso, a organização destacou em um comunicado publicado nas redes sociais que, desde o início da ofensiva lançada por Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023 —que deixaram cerca de 1.200 mortos e cerca de 250 sequestrados, segundo o balanço oficial— foram registrados 72.568 mortos e 172.338 feridos, embora tenham afirmado que ainda há cadáveres sob os escombros e espalhados em áreas inacessíveis.
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