Europa Press/Contacto/Moiz Salhi
MADRID 27 fev. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos quatro palestinos, incluindo um policial, morreram na Faixa de Gaza na madrugada desta sexta-feira devido a ataques israelenses contra dois postos policiais, realizados apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro de 2025, em conformidade com o acordo com o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) para aplicar a proposta dos Estados Unidos para o futuro do enclave palestino.
Os ataques ocorreram em Jan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, e no campo de refugiados de Al Bureij, no centro do enclave, conforme divulgado em seu canal no Telegram pelo jornal Filastín, ligado ao Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
Além disso, o mesmo meio de comunicação divulgou um breve comunicado do Ministério do Interior de Gaza sobre o segundo bombardeio, afirmando que “aviões de guerra israelenses atacaram um posto de controle policial na rua Saladino, na entrada do campo de Al Bureij”. O bombardeio “causou a morte de um policial e ferimentos graves em outro”, acrescenta. Trata-se de novas vítimas que se somam a um balanço divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério da Saúde de Gaza de 618 mortos e 1.663 feridos por ataques israelenses desde 10 de outubro, data a partir da qual foram recuperados 732 cadáveres das zonas de onde as tropas israelenses se retiraram, que agora se encontram dentro da chamada “linha amarela”, que ocupa 53% do território do enclave palestino. Além disso, de acordo com o próprio ministério, a ofensiva lançada por Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023 deixou até agora 72.082 palestinos mortos e 171.761 feridos, embora tenha salientado que “ainda há vítimas sob os escombros e espalhadas pelas ruas em locais onde até agora as ambulâncias e as equipes de Proteção Civil não conseguiram chegar”.
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