Publicado 13/05/2026 11:32

Quatro militares morrem em um ataque com explosivos perpetrado por dissidentes do grupo “Calarcá” no centro da Colômbia

Archivo - Arquivo - 6 de janeiro de 2026, Cúcuta, Cúcuta, Colômbia: Milhares de venezuelanos estão cruzando a fronteira para a Colômbia a fim de deixar o país, tentando escapar da recente crise causada pela prisão do ex-presidente Maduro. O presidente col
Europa Press/Contacto/Hector Adolfo Quintanar Pere

MADRID 13 maio (EUROPA PRESS) -

O Exército da Colômbia informou nesta quarta-feira a morte de quatro de seus militares após terem sido atacados com explosivos por homens armados das dissidências das FARC, comandadas por Alexander Díaz Mendoza, conhecido como “Calarcá”, em uma área rural do município de San José del Guaviare, no centro do país.

Tropas das Forças Armadas colombianas, “durante uma ação ofensiva contra insurgentes” da estrutura Jorge Suárez Briceño, pertencente às dissidências do Estado-Maior dos Blocos e Frentes (EMBF) de ‘Calarcá’, “foram atacadas com dispositivos explosivos improvisados instalados na zona”.

Os fatos ocorreram na aldeia de Buenos Aires, do referido município, nas últimas horas, conforme detalhou o Exército da Colômbia nesta quarta-feira em um comunicado nas redes sociais, no qual condenou essa “ação terrorista”, que causou a morte de quatro soldados, além de deixar outros três feridos.

“Expressamos nossas condolências às famílias, amigos e companheiros de nossos heróis para sempre”, declarou o Exército, que informou que as Forças Armadas colombianas continuarão exercendo pressão na região.

O EMBF é composto por três estruturas, entre elas o bloco Jorge Briceño, liderado por “Calarcá”, considerado o líder máximo dessas dissidências, que nada mais são do que uma cisão do Estado-Maior Central (EMC) das FARC, comandado por Néstor Vera Fernández, conhecido como “Iván Mordisco”.

Apesar de a ordem de prisão contra “Calarcá” permanecer suspensa como parte das tentativas do governo de avançar nas negociações de paz, as Forças Armadas colombianas continuam suas operações contra o EMBF, enquanto o Ministério Público pressiona para que ela seja reativada.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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