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MADRID 18 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Irã anunciaram nesta quarta-feira a prisão de quatro “mercenários sionistas” por supostamente manterem contato com os serviços de inteligência israelenses, o Mossad, em meio à ofensiva lançada em 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos contra o país asiático.
O escritório de inteligência da Guarda Revolucionária na província de Ardabil indicou que os detidos “tentaram se comunicar com membros do Mossad por meio de plataformas de comunicação”, antes de destacar que todos eles foram levados à justiça, conforme informou a agência de notícias iraniana Tasnim.
O chefe do sistema judicial iraniano, Golamhosein Mohseni Ejei, advertiu em várias ocasiões que as pessoas que “colaborarem” com os Estados Unidos e Israel terão seus bens no país confiscados e lembrou que elas também se expõem a serem condenadas à pena de morte.
As autoridades do Irã confirmaram, em seu último balanço, mais de 1.200 mortos pela ofensiva de Israel e dos Estados Unidos, embora a organização não governamental Human Rights Activists in Iran, com sede nos Estados Unidos, tenha elevado no domingo para mais de 3.000 o número de mortos, em sua maioria civis.
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