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MADRID 8 maio (EUROPA PRESS) -
Um júri federal de Miami declarou culpados quatro homens acusados de conspirar para assassinar o presidente do Haiti, Jovenel Moïse, em julho de 2021, um dos fatores que desencadeou a crise política e de segurança que o país atravessa.
Trata-se de Arcángel Pretel Ortiz, Antonio Intriago, Walter Veintemilla e James Solages, que agora enfrentam uma possível pena de prisão perpétua, segundo a emissora de televisão CBS News.
Todos eles são acusados de colaborar na execução de um plano relacionado à morte do presidente haitiano, que foi assassinado em 7 de julho de 2021 durante um assalto à sua residência particular na região metropolitana de Porto Príncipe. Por isso, cada um deles foi indiciado por cinco acusações.
Antonio Intriago, proprietário da CTU Security — uma empresa de segurança privada com sede em Miami — também é acusado de crimes relacionados ao envio de coletes à prova de balas dos Estados Unidos para o Haiti como parte do plano.
Além desses quatro homens, outros nove foram detidos pelo assassinato de Moise, dos quais oito chegaram a acordos com o Ministério Público e o restante continua aguardando julgamento.
Outras cinco pessoas foram condenadas à prisão perpétua, enquanto uma sexta pessoa recebeu uma pena de nove anos de prisão, por se considerar que ela desconhecia o plano ao financiar o envio dos coletes à prova de balas.
Vale lembrar que, após o assassinato de Moise, as autoridades policiais haitianas realizaram operações de prisão que resultaram na detenção de mais de 40 pessoas suspeitas de estarem envolvidas no assassinato, entre elas 18 ex-soldados colombianos.
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