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MADRID 26 set. (EUROPA PRESS) -
O judiciário de Taiwan condenou na sexta-feira quatro ex-funcionários do Partido Democrático Progressista (DPP), partido do governo taiwanês, a penas que variam de quatro a dez anos de prisão, todos eles considerados culpados de espionagem e divulgação de informações "confidenciais" para as autoridades chinesas.
Os quatro incluem um assessor do atual presidente de Taiwan, Lai Ching Te, e um membro da equipe do ex-ministro das Relações Exteriores Jospeh Wu, que agora é o chefe de Segurança Nacional de Taiwan.
Todos eles trabalharam para o partido, embora a sentença mais pesada tenha sido imposta a Huang Chu Jung, que trabalhou como assessor de um membro do parlamento no município de Nova Taipei, onde fica a capital.
Huang foi condenado a dez anos de prisão e a pagar uma multa de 25.000 dólares taiwaneses (cerca de 700 euros). O acusado supostamente entregou informações de inteligência a agentes chineses por meio de software criptografado.
Além disso, ele teria instruído Chiu Shih Yuan, outro assessor, a coletar informações de Joseph Wu. Chiu foi condenado a seis anos de prisão após se declarar culpado das acusações contra ele.
"As informações que eles coletaram e vazaram eram diplomaticamente importantes e levaram a uma piora da situação com relação à China", disse o tribunal, de acordo com documentos relatados pela agência de notícias CNA.
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