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MADRID 28 abr. (EUROPA PRESS) -
Cerca de dez pessoas, entre elas três profissionais de saúde, morreram nesta terça-feira em decorrência de novos ataques do Exército israelense contra diversos pontos no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor há três semanas.
O Ministério da Saúde libanês confirmou a morte de pelo menos cinco pessoas, três delas profissionais de saúde da Defesa Civil libanesa, em um ataque das forças israelenses contra a localidade de Majdal Zun, no distrito de Tiro. Os três paramédicos ficaram presos sob os escombros após sofrerem um bombardeio enquanto realizavam uma missão de resgate, informou o ministério.
Outro ataque em Tiro, desta vez contra o município de Juya, causou a morte de pelo menos uma pessoa e ferimentos em outras 15, entre elas cinco crianças, conforme indicado pelo Ministério em um comunicado divulgado pela agência de notícias estatal NNA.
Por outro lado, um bombardeio das Forças de Defesa de Israel (FDI) sobre a cidade de Jebchit, no distrito de Nabatiyé, deixou pelo menos dois mortos e treze feridos.
De acordo com as autoridades do Líbano, os ataques de Israel contra seu território desde março deixaram pelo menos 2.534 mortos e mais de 7.860 feridos, um número que continua aumentando apesar da trégua acordada entre o Líbano e Israel no âmbito das negociações de Washington, que não impedem que o Exército israelense continue sua campanha contra o partido-milícia Hezbollah no sul do país.
As últimas hostilidades eclodiram em 2 de março, quando o Hezbollah lançou projéteis contra Israel em resposta ao assassinato do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, na ofensiva lançada em 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos contra o país asiático.
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