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MADRID 28 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), informaram na sexta-feira que quase 900 pessoas foram mortas pelos bombardeios israelenses desde que o exército retomou sua ofensiva contra o enclave palestino em 18 de março.
O Ministério da Saúde de Gaza, que indicou que outras 43 pessoas morreram nas últimas 24 horas, elevou o número total de mortos para 896 em menos de um mês. Isso eleva o número total de mortos desde os ataques do Hamas ao território israelense em 7 de outubro de 2023 para 50.251.
Também assegurou que um total de 114.025 pessoas foram feridas, algumas delas gravemente, de acordo com informações coletadas pelo diário palestino 'Filastin', que é simpatizante do grupo armado.
"Pelo décimo primeiro dia consecutivo, a ocupação israelense continua sua guerra genocida na Faixa de Gaza, deixando centenas de mortos e milhares de feridos em toda a Faixa com seus massacres brutais e operações violentas. A maioria das vítimas são mulheres, crianças e idosos", alertaram as autoridades.
Nesse sentido, denunciaram que Israel "continua fechando as passagens de fronteira" e continua com seu "bloqueio" contra a Faixa de Gaza, onde há "o risco iminente de fome".
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