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MADRID, 28 ago. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram na quinta-feira o número de palestinos mortos pela ofensiva militar desencadeada contra o enclave por Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023 para cerca de 63.000, um número que inclui mais de 70 mortes por ataques israelenses nas últimas 24 horas.
O ministério da saúde de Gaza disse em um comunicado publicado em sua conta no Telegram que "o número de mortos pela agressão israelense subiu para 62.966 mártires e 159.266 feridos desde 7 de outubro de 2023" e especificou que 71 pessoas foram confirmadas como mortas e 339 feridas no último dia, incluindo 24 mortas por ataques israelenses enquanto tentavam obter ajuda humanitária.
Dessa forma, ele ressaltou que pelo menos 2.180 palestinos foram mortos e mais de 16.000 ficaram feridos nesse tipo de incidente, ao mesmo tempo em que destacou que ainda há corpos nos escombros e em áreas de impossível acesso, por isso teme-se que o número de vítimas seja maior.
Ele também afirmou que pelo menos 11.121 pessoas foram mortas e 47.225 ficaram feridas desde 18 de março, quando o exército israelense rompeu o cessar-fogo acordado em janeiro com o Hamas e relançou sua ofensiva.
Por fim, ele destacou que o número de mortos inclui 317 pessoas que morreram de fome devido às severas restrições impostas por Israel à entrega de ajuda humanitária em Gaza, incluindo 121 crianças, em meio a denúncias internacionais das ações do exército israelense em sua ofensiva sangrenta e sua limitação da entrega de alimentos à população civil palestina.
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