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MADRID, 8 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram na terça-feira o número de mortos para cerca de 57.600, como resultado da ofensiva militar lançada por Israel contra o enclave após os ataques realizados em 7 de outubro de 2023 pelo grupo islâmico e outras facções palestinas.
O ministério da saúde de Gaza disse em um comunicado publicado em sua conta no Telegram que 57.575 pessoas foram mortas e 136.879 ficaram feridas até agora, incluindo 52 "mártires" e 262 feridos nos ataques realizados pelas forças israelenses nas últimas 24 horas.
Ele também enfatizou que oito palestinos foram mortos no último dia após serem baleados quando estavam a caminho de coletar ajuda, enquanto outros 74 ficaram feridos da mesma forma, elevando o número total de mortos e feridos para 766 e 5.044 em pouco mais de um mês de operações da Fundação Humanitária de Gaza (GHF), apoiada por Israel e pelos EUA.
Por outro lado, ele afirmou que pelo menos 7.014 pessoas morreram e 24.838 ficaram feridas desde 18 de março, data em que o exército israelense rompeu o cessar-fogo alcançado em janeiro com o Hamas e relançou sua ofensiva contra a Faixa, embora tenha enfatizado que o saldo é maior, uma vez que ainda há corpos nos escombros e nas ruas devido à impossibilidade de acesso a várias áreas do enclave por causa das operações militares israelenses.
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