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MADRID 19 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades iraquianas confirmaram nesta sexta-feira que cerca de 50 cidadãos franceses suspeitos de pertencer ao grupo jihadista Estado Islâmico foram transferidos da Síria para o Iraque para serem julgados por sua suposta responsabilidade em ataques em seu território.
O Serviço Nacional de Inteligência (INIS) confirmou que 47 suspeitos foram transferidos porque são procurados pela justiça iraquiana por "envolvimento em crimes terroristas dentro do Iraque entre 2014 e 2017, quando o Estado Islâmico controlava várias províncias" do país. "Outros também estavam envolvidos em atividades que ameaçavam a segurança nacional iraquiana de fora do país", acrescentou.
"Sua transferência para o território iraquiano foi baseada em mandados de prisão judiciais com base em investigações conduzidas pelo serviço sob supervisão judicial. Eles serão julgados de acordo com a lei iraquiana", diz uma declaração publicada em seu perfil no Facebook.
Por fim, o INIS reafirmou que continua a procurar "elementos terroristas" do Estado Islâmico que "cometeram crimes contra o povo iraquiano, independentemente de sua filiação ou paradeiro".
O governo francês não comentou o assunto até o momento. Apenas nesta semana, foi concluída a repatriação de três mulheres e dez crianças que viviam em campos no nordeste da Síria, reservados principalmente para supostos membros do Estado Islâmico e suas famílias.
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