Publicado 27/10/2025 09:00

Putin decreta a saída da Rússia do acordo com os EUA para descartar o plutônio excedente

RÚSSIA, MOSCOU - 23 DE OUTUBRO DE 2025: O presidente da Rússia, Vladimir Putin, participa de uma reunião do Conselho Presidencial Russo para a Implementação da Política Demográfica e Familiar do Estado no Kremlin de Moscou,Imagem: 1047606365, Licença: Rig
Mikhail Tereshchenko / Zuma Press / ContactoPhoto

MADRID 27 out. (EUROPA PRESS) -

O presidente russo, Vladimir Putin, promulgou a lei que denuncia formalmente o acordo com os Estados Unidos para eliminar o plutônio excedente para armas, assinado em 2000 e ratificado em 2011, bem como todos os protocolos anexados a esse tratado.

O texto prevê a eliminação por cada parte de 34 toneladas de plutônio para armas, embora Moscou já tivesse suspendido o acordo desde 2016 em retaliação às sanções impostas unilateralmente por Washington.

O acordo final já havia recebido a aprovação de ambas as câmaras do parlamento russo, de modo que tudo o que restava era a assinatura do presidente, que foi oficializada na segunda-feira, informa a agência de notícias TASS. O Kremlin cita a intensificação das punições, bem como o aumento da presença da OTAN na Europa Oriental, entre outros argumentos.

A saída da Rússia do tratado ocorre em meio a esforços diplomáticos para pôr fim à invasão da Ucrânia, marcada por contatos diretos entre Putin e seu colega norte-americano Donald Trump. Os dois haviam teoricamente concordado em se reunir novamente em Budapeste após um primeiro encontro no Alasca em 15 de agosto, mas essa segunda reunião agora parece mais distante.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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