Publicado 24/08/2026 07:12

Puente ironiza sobre a possibilidade de estar fora da disputa para suceder Sánchez: “Não, nem para a sucessão do Papa nem para a do

O ministro dos Transportes e Mobilidade Sustentável, Óscar Puente, durante uma entrevista à Europa Press, em 17 de agosto de 2026, em Alicante, Comunidade Valenciana (Espanha). Puente é formado em Direito pela Universidade de Valladolid e exerceu a advoca
Rober Solsona - Europa Press

VALBUENA DE DUERO (VALLADOLID), 23 (EUROPA PRESS)

O ministro dos Transportes e Mobilidade Sustentável, Óscar Puente, fez uma observação irônica sobre a sucessão de Pedro Sánchez à frente do PSOE, afirmando que ele é o melhor líder que ainda tem quatro anos pela frente, e sobre a “dedução” que se extrai de suas palavras de que ele não descarta a possibilidade de ser seu sucessor: “Não, nem para a sucessão do Papa nem do namorado de Angelina Jolie”.

Puente, que inaugurou nesta segunda-feira um trecho da via expressa A-11 (Rodovia do Duero) entre Quintanilla, Olivares e Tudela Duero (Valladolid), reiterou que Pedro Sánchez é “o melhor líder que o Partido Socialista pode ter” e lembrou que ele continuará no cargo por pelo menos mais quatro anos.

Assim, ele esclareceu que, quando ele deixar o cargo, “quem sabe” onde estará “cada um” e, se daí se “deduz” que ele não descarta a possibilidade de sucessão, afirmou: “Pois não, nem à sucessão do Papa nem à sucessão do namorado de Angelina Jolie”.

Dito isso, pediu para não se dar “mais importância” às suas palavras do que “elas têm”, o que, segundo ele, é “bem pouca”, e acrescentou que “o relevante” e “o importante” é que o Partido Socialista “tem um líder” para este mandato e para o próximo. “Depois, onde estaremos cada um?”

Puente, em entrevista à Europa Press, já deixou em aberto a possibilidade de se candidatar para substituir o secretário-geral do PSOE, Pedro Sánchez, quando chegar o momento da sucessão, que, em sua opinião, ocorrerá daqui a quatro ou cinco anos, após a próxima legislatura.

Embora afirme não se ver como o perfil mais adequado para o cargo, ele não se descarta e considera que, em determinadas circunstâncias, o partido pode se voltar para ele.

“Não acho que eu seja esse jogador, não acho que eu tenha que jogar a última bola, fazendo uma comparação com o basquete. Também digo que, se a bola chegasse até mim faltando dois segundos e eu tivesse que arremessá-la, não sou do tipo que passa a bola”, afirmou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado