Publicado 17/07/2026 05:41

Puente exorta Puigdemont a voltar à Espanha, mesmo que seja preso: seria um gesto de liderança política, ele tem tudo a seu favor

O ministro dos Transportes e Mobilidade Sustentável, Óscar Puente, durante a apresentação do plano de negócios da fabricante de baterias Gotion, em 1º de julho de 2026, em Valladolid, Castela e Leão (Espanha). A multinacional chinesa Gotion High-Tech lev
Photogenic/Claudia Alba - Europa Press

MADRID 17 jul. (EUROPA PRESS) -

O ministro dos Transportes e Mobilidade Sustentável, Óscar Puente, instou o líder do Junts, Carles Puigdemont, a retornar à Espanha após a decisão proferida nesta quinta-feira pelo Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), que endossa a Lei de Anistia. Nesse sentido, Puente afirmou que isso seria “um gesto de liderança política”.

“Se eu fosse o senhor Puigdemont, voltaria hoje mesmo para a Espanha sem a menor dúvida (...) e deixaria que me prendessem e me levassem para a prisão”, insistiu Óscar Puente em entrevista ao programa “Las Mañanas de RNE”, divulgada pela Europa Press.

O ministro dos Transportes criticou que “há coisas que são insustentáveis” e às quais “é preciso enfrentar de uma vez por todas”. “É moleza para ele”, afirmou.

Assim, o ministro afirmou que, embora o governo tenha a obrigação de prender o líder separatista por ordem judicial, se ele fosse Puigdemont, voltaria para a Espanha. “O que eu faria seria tomar uma decisão coerente com o que dizem a legislação espanhola, o Tribunal de Justiça da União Europeia e o Tribunal Constitucional”, insistiu.

“Se eu não posso circular livremente por um país que decidiu que eu sou livre, então vamos todos ficar com vergonha de uma vez por todas”, afirmou o ministro. E concluiu: “Dizem que vale mais um minuto com vergonha do que uma vida inteira com medo”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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