MADRID 30 abr. (EUROPA PRESS) -
O Partido Socialista negou ter “entregado notas de 500 euros” e defendeu a transparência de sua contabilidade, depois que o ex-assessor ministerial Koldo García afirmou ter recebido pagamentos do partido.
“O Partido Socialista nunca entregou notas de 500 euros. Mais uma vez: mentiras que respondem apenas a estratégias de defesa em um julgamento”, afirmou a secretária de Organização do PSOE, Rebeca Torró, em uma mensagem no 'X' divulgada pela Europa Press.
Além disso, o PSOE reiterou: “Todo o nosso dinheiro é rastreável a partir das contas bancárias”. Em um comunicado, os socialistas defenderam que seu partido é “o mais fiscalizado da Espanha” e que “cada euro é controlado e verificado”. “Nossas contas são públicas, transparentes e absolutamente legais”, afirmaram.
O ex-assessor ministerial Koldo García reconheceu nesta quinta-feira, no julgamento no Supremo Tribunal, que se referia às notas de 500 euros como “chistorras” e que recebeu “algumas” do PSOE quando lhe devolviam despesas antecipadas, considerando isso “totalmente legal”.
Em seu depoimento como réu, Koldo garantiu que há “receitas comprovadas” provenientes de dinheiro em espécie do PSOE com notas “de todos” os tipos e ao longo de três anos, embora tenha acrescentado que, para ele, era “totalmente legal”, já que se tratava de seu trabalho para o partido como subordinado do ex-ministro José Luis Ábalos, quando este era secretário de Organização.
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