MADRID 17 fev. (EUROPA PRESS) -
A porta-voz do PSOE, Esther Peña, declarou que o partido é a favor de um sistema tributário "justo e progressivo", ao ser questionada sobre a controvérsia a respeito da tributação do salário mínimo interprofissional (SMI), que a coloca contra o parceiro minoritário da coalizão, Sumar.
Peña não quis entrar no confronto, depois que a segunda vice-presidente e líder da Sumar, Yolanda Díaz, disse na segunda-feira que não há "bom senso" no governo por querer tributar o SMI.
Pelo contrário, a porta-voz socialista enfatizou os aumentos contínuos do SMI que o governo vem fazendo nos últimos anos "em mais de 400 euros", ressaltando que o Executivo está trabalhando por um sistema tributário "justo e progressivo".
Além disso, ele enfatizou que "a grande maioria" das pessoas que recebem o SMI não terá que pagar imposto de renda "e as poucas pessoas que terão que pagar, pagarão 830 euros a menos por ano do que se o Partido Popular estivesse no governo", observou.
Assim, ele insistiu que continuarão a aumentar os salários, melhorando o poder de compra e "criando um sistema tributário justo e progressivo", sem dar mais detalhes sobre se estão dispostos a retificar sua posição ou a chegar a um acordo com Sumar.
Na sexta-feira passada, a primeira vice-presidente, María Jesús Montero, disse que seria "insustentável" aumentar o salário mínimo sem tributar o imposto de renda pessoal e pediu educação sobre a necessidade de pagar impostos e contra o "populismo fiscal".
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