Publicado 26/02/2026 07:20

O PSOE afirma ter feito uma autocrítica pelos resultados em Aragão e Extremadura e vai dar o seu melhor em Castela e Leão.

Archivo - Arquivo - A porta-voz da CEF do PSOE, Montse Mínguez, durante uma coletiva de imprensa após a reunião da Comissão Executiva Federal, na sede do PSOE, em 22 de dezembro de 2025, em Madri (Espanha). A Comissão Executiva Federal do PSOE se reuniu
Diego Radamés - Europa Press - Arquivo

MADRID 26 fev. (EUROPA PRESS) - A porta-voz do Partido Socialista, Montse Mínguez, admitiu que seu partido fez uma autocrítica após as eleições em Extremadura e Aragão e confirmou que vão “dar tudo de si” para que seu candidato, Carlos Martínez, seja o próximo presidente de Castela e Leão após as eleições de 15 de março.

Ela disse isso em uma entrevista no programa “Las mañanas de RNE”, divulgada pela Europa Press, onde assumiu que, apesar de os cidadãos terem “escolhido o que escolheram”, qualquer possível pacto entre o PP e o Vox “nunca trará nada de bom para este país”. Nessa linha, afirmou que essas opções trazem “estagnação nas instituições” em contraposição à “estabilidade” do PSOE. Neste contexto, confirmou que seu partido está “muito motivado” e que “continuará trabalhando para explicar às pessoas a importância de depositarem seu voto no Partido Socialista”. Nesse sentido, afirmou que o PSOE está “pensando nos benefícios dos extremenses, dos aragoneses e, neste caso, agora também de Castela e Leão”, onde o PP governou nos últimos 39 anos. AGENDA NACIONAL DE GÉNOVA

Mínguez afirmou que as eleições regionais são marcadas “exclusivamente por uma agenda em Génova 13 (a sede nacional do PP), uma agenda nacional”. Neste sentido, acusou a popular María Guardiola de que, há dois meses, “não era necessário convocar nem antecipar eleições, nem ao senhor Azcón”. De fato, a porta-voz do PSOE lembrou que seu partido “ofereceu seus votos para poder acordar esses orçamentos”. Neste contexto, ela enfatizou que, desde a sede do Partido Popular, “há apenas um objetivo, e seu plano é Moncloa”. Para o conseguir, Mínguez afirmou que ao PP “não importa passar por cima dos interesses de Aragão, da Extremadura ou de Castela e Leão”.

Assim, ela fez referência às conversas entre o PP e o Vox e ao documento que o líder dos “populares”, Alberto Núñez Feijóo, “colocou sobre a mesa” e que, segundo ela, “está dizendo que votar no Partido Popular é o mesmo que votar no Vox”. Além disso, afirmou que, com esta postura, o partido de Feijóo está “a renunciar já a poder governar sozinho”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado