Publicado 17/06/2026 06:03

A próxima audiência de Maduro perante a Justiça dos EUA foi adiada para 22 de julho

Archivo - Arquivo - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma foto de arquivo.
Vladimir Astapkovich/Photohost a / DPA - Arquivo

MADRID 17 jun. (EUROPA PRESS) -

A Justiça dos Estados Unidos adiou para 22 de julho a próxima audiência judicial do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, perante um tribunal de Nova York, após aceitar o pedido do Ministério Público, que afirmava que o adiamento era necessário devido a problemas logísticos e de segurança relacionados ao transporte deles.

O pedido — que solicitava um adiamento de pelo menos três semanas — foi apresentado na terça-feira ao juiz federal Alvin K. Hellerstein, responsável pelo caso no Tribunal Distrital do Sul de Nova York. A audiência estava marcada para 30 de junho, segundo informações da rede de televisão CNN.

O promotor Jay Clayton explicou ao juiz que o pedido aponta a necessidade desse adiamento para “garantir a segurança”. Maduro e Flores continuam detidos em Nova York após terem sido capturados por forças especiais do Exército dos Estados Unidos durante uma operação militar em 3 de janeiro em Caracas, a capital venezuelana. Ambos foram acusados de tráfico de drogas, entre outras acusações.

O líder, acusado de crimes relacionados ao tráfico de drogas, declarou-se inocente perante um tribunal federal da cidade, enquanto o Ministério das Relações Exteriores da Venezuela continua solicitando sua libertação, considerando, além disso, que ele goza de imunidade por ser o chefe de Estado do país.

A operação militar contra a Venezuela foi criticada por vários países e organismos, entre eles as Nações Unidas, que afirmaram que ela viola o Direito Internacional e não respeita os princípios da Carta da ONU.

Assim, afirmou que sua Carta fundacional consagra “a proibição da ameaça ou do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado”, por isso relembra que a manutenção da paz e da segurança internacionais depende do cumprimento de “todas as disposições” da mesma.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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