MADRID 10 out. (EUROPA PRESS) -
O Ministério Público da região de Negev apresentou acusações contra a ativista espanhola Reyes Rigo, que foi presa em 1º de outubro quando viajava a bordo da Flotilha Global Sumud com ajuda para Gaza, e solicitou que ela fosse mantida sob custódia, de acordo com a Polícia de Israel na sexta-feira.
De acordo com uma mensagem em seu perfil 'X', após a conclusão da investigação policial, uma acusação foi apresentada no tribunal de paz de Ber Sheva contra Rigo, a única dos 49 espanhóis que estavam na primeira flotilha que ainda está sob custódia israelense.
Especificamente, ela é acusada, de acordo com a polícia, de ter se recusado a entrar em uma cela e de ter atacado um guarda da prisão de Keziot mordendo sua mão, o que lhe causou ferimentos. Os fatos teriam ocorrido no último domingo.
Por outro lado, nas próximas horas, alguns dos oito espanhóis que estavam a bordo da segunda flotilha interceptada por Israel em águas internacionais na madrugada de quarta-feira poderão ser libertados e expulsos de Israel, de acordo com Rumbo a Gaza, um dos organizadores da iniciativa.
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