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MADRID 5 jan. (EUROPA PRESS) -
O Ministério Público de Paris anunciou nesta segunda-feira que abriu uma investigação para "apoiar as famílias francesas" afetadas pelo incêndio em um bar na estação de esqui suíça de Crans-Montana durante as comemorações do Ano Novo, que deixou 40 mortos e mais de cem feridos.
"Após o trágico incêndio no hotel 'Le Constellation', em Crans-Montana, na véspera do Ano Novo de 2026, a promotoria de Paris abriu uma investigação paralela em 5 de janeiro para apoiar as famílias francesas nas investigações que estão sendo realizadas pelas autoridades suíças", disse um comunicado.
A agência lembrou que, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores, nove dos mortos eram franceses, entre eles vários menores, incluindo uma menina de 14 anos, enquanto outras 23 pessoas ficaram feridas, algumas delas gravemente.
"As autoridades suíças continuam responsáveis por investigar os fatos e determinar a responsabilidade", explicou, indicando que sua unidade de 'acidentes coletivos' abriu a investigação para fornecer às vítimas e suas famílias "um único ponto de contato na França e para facilitar a comunicação com as autoridades suíças, se necessário".
A investigação está sendo conduzida pelo escritório central para a repressão da violência contra as pessoas (OCRVP) da direção nacional da polícia judiciária. A federação francesa de vítimas também está se mobilizando para oferecer apoio psicológico e jurídico às vítimas e suas famílias.
Esse anúncio foi feito horas depois que a polícia do cantão suíço de Valais confirmou que havia conseguido identificar as 40 vítimas fatais do incêndio, metade delas menores de idade. O incêndio, de acordo com informações preliminares, foi causado por sinalizadores presos a garrafas de champanhe que começaram a queimar o teto.
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