Publicado 15/08/2025 10:37

Promotores de Washington contestam a ordem de Trump para assumir o controle da força policial

14 de agosto de 2025, EUA, Washington: Veículos blindados do 372º Batalhão da Polícia Militar da Guarda Nacional de Washington estão estacionados em frente à Union Station, em Washington, DC, como parte do destacamento de tropas da Guarda Nacional do gove
Tom Hudson/ZUMA Press Wire/dpa

MADRID 15 ago. (EUROPA PRESS) -

O procurador-geral de Washington D.C., Brian Schwalb, anunciou na sexta-feira a apresentação de uma queixa no tribunal contra a ordem executiva assinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para impor o controle federal da polícia local.

"É a mais séria ameaça à autonomia do Distrito de Columbia e lutaremos para impedi-la", disse Schwalb, que acredita que a administração Trump está "abusando" de seus poderes. "O poder do governo federal sobre D.C. não é absoluto", acrescentou em um comunicado.

Nesse sentido, ele garantiu que, em mais de meio século, nenhum presidente se atreveu a adotar uma medida desse calibre, sem ter também o endosso do Conselho Municipal local, dominado pelo Partido Democrata. Schwalb considera que a medida representa "uma afronta à dignidade e à autonomia de 700.000 americanos", ao mesmo tempo em que coloca em risco a segurança dos residentes e visitantes da capital.

Na quinta-feira, a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, nomeou o diretor da Drug Enforcement Administration (DEA), Terry Cole, como novo comissário do Departamento de Polícia de Washington, seguindo uma ordem que o promotor local chama de "flagrantemente ilegal".

Essa medida coincide com o envio de centenas de soldados da Guarda Nacional, justificado por Trump como uma medida necessária para conter uma suposta alta taxa de criminalidade, apesar do fato de a prefeita Muriel Bowser ter insistido que não há dados oficiais que comprovem isso.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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