Claudia Thaler/dpa - Arquivo
MADRID 15 set. (EUROPA PRESS) -
O Ministério Público da Rússia pediu nesta segunda-feira penas de prisão de 9 a 14 anos para as integrantes da banda punk russa Pussy Riot por divulgar informações "falsas" sobre as Forças Armadas em meio à invasão da Ucrânia.
"Pedimos que Alina Petrova, Diana Burkot, Olga Borisova, Taso Pletner e Maria Aliojina sejam consideradas culpadas de violar o artigo 207.3 do Código Penal por divulgar informações falsas", disse a promotoria, que pediu 14 anos para Aliojina, 13 para Pletner e nove para Borisova, Burkot e Petrova.
Também pediu a restrição do acesso à Internet para todos os membros do grupo por um período de cinco anos. Também esclareceu que as investigações sugerem que Aliojina, Borisova, Burkot e Pletner publicaram deliberadamente uma série de informações sobre as forças russas.
"Esse material também foi disseminado em outros sites. Além disso, em 2024, durante um protesto em Munique, eles gritaram slogans contendo informações falsas sobre a destruição da infraestrutura civil pelo exército russo em Maripol", afirma o texto, de acordo com a agência de notícias russa TASS.
Os acusados estão na lista de procurados das autoridades russas, que insistem na importância de sua prisão, embora todos eles estejam fora do país desde o início da guerra, há três anos.
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