Publicado 23/06/2025 00:57

Promotores equatorianos pedem 13 anos de prisão para o ex-vice-presidente Glas por desvio de fundos

Archivo - QUITO, 17 de abril de 2016 -- O vice-presidente do Equador, Jorge Glas (2º à esq.), discursa na reunião sobre o relatório do terremoto, em Quito, capital do Equador, em 16 de abril de 2016. O número de vítimas do terremoto que atingiu a costa do
Europa Press/Contacto/Stringer - Arquivo

MADRID 23 jun. (EUROPA PRESS) -

O Ministério Público do Equador pediu uma pena de prisão de treze anos e o pagamento de 225 milhões de dólares (cerca de 193 milhões de euros) para o ex-vice-presidente do país Jorge Glas (2013-2018) e o ex-secretário do Comitê de Reconstrução Carlos Bernal, ambos acusados de um suposto crime de desvio de fundos, no âmbito das obras de reconstrução após o terremoto de 2016.

O órgão solicitou, portanto, a pena máxima contemplada no código penal para esse tipo de crime, considerando que ambos usaram indevidamente mais de 200 milhões de dólares (quase 174 milhões de euros) ao priorizarem obras que não estavam relacionadas à reconstrução da província de Manabí, no oeste do país, após os danos causados pelo terremoto ocorrido em 16 de abril de 2016.

O Ministério Público fez esse pedido durante o julgamento, que ocorreu neste domingo e no qual os dois acusados tiveram que apresentar suas provas, levando em conta que suas defesas argumentam que as obras faziam parte do eixo de reativação econômica, além do fato de que eles não eram os assinantes dos contratos.

Os magistrados emitirão sua sentença na próxima segunda-feira, 30 de junho, após deliberarem sobre as duas condenações.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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