MADRID 13 jan. (EUROPA PRESS) - A equipe especial de promotores encarregada do caso de insurreição contra o ex-presidente destituído Yoon Suk Yeol pediu nesta terça-feira a pena de morte para o ex-mandatário em relação à controversa lei marcial decretada em dezembro de 2024 e que lhe custou o cargo meses depois.
Os promotores apontaram Yoon como o responsável por liderar um processo de insurreição ao declarar a referida lei, que levou ao envio de tropas durante várias horas nas imediações do Parlamento e desencadeou uma grave crise política interna, de acordo com informações do jornal “The Korea Times”.
Em seu pedido, eles argumentaram que Yoon era, em última instância, responsável por “tentar minar a ordem constitucional ao mobilizar as Forças Armadas e a Polícia para reprimir a Assembleia Nacional”. Assim, eles defenderam que essas ações representaram uma “grave ameaça à democracia e justificam a pena mais severa prevista pela lei sul-coreana”.
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