Publicado 21/07/2026 13:58

A proibição da importação de produtos provenientes de assentamentos entrará em vigor na Holanda em 22 de setembro

8 de julho de 2026, Ancara, Antuérpia, Turquia: ANCARA, TURQUIA - 08/07/2026..O secretário-geral Mark Rutte e os chefes de governo dos países membros da OTAN chegam ao Complexo Presidencial de Bestepe, em Ancara, para o segundo dia da cúpula em Ancara.
Europa Press/Contacto/Bob Reijnders

MADRID 21 jul. (EUROPA PRESS) -

O governo da Holanda, liderado pelo primeiro-ministro Rob Jetten, anunciou nesta terça-feira que a proibição da importação de produtos provenientes dos assentamentos israelenses nos territórios palestinos ocupados e nas Colinas do Golã sírias entrará em vigor no país a partir de 22 de setembro.

“A partir de 22 de setembro de 2026, será aplicada uma proibição nacional à importação, compra e venda de produtos provenientes de assentamentos israelenses ilegais nos Territórios Palestinos. É proibido contornar essas medidas”, indicou o Executivo em um comunicado.

O Conselho de Ministros holandês apresentou o decreto em 22 de maio passado ao Conselho de Estado — principal órgão consultivo do governo — para que este emitisse um parecer a respeito. Por fim, não foram introduzidas alterações à medida, pelo que ela foi publicada nesta terça-feira no diário oficial do país.

O decreto, que deverá permanecer em vigor por três anos, prevê não apenas a proibição da importação, mas também a proibição da intermediação de mercadorias provenientes dos assentamentos. As empresas holandesas no exterior também deverão cumprir a medida.

O anúncio ocorre depois que os ministros das Relações Exteriores da União Europeia não conseguiram, na última segunda-feira, chegar a um acordo para limitar ou proibir o comércio com os assentamentos “ilegais” israelenses na Cisjordânia, diante da rejeição de países como Alemanha, Itália e República Tcheca.

As sanções comerciais contra Israel são uma questão que vem se arrastando desde o ano passado, quando, em setembro, a Comissão propôs a suspensão parcial do Acordo de Associação, mas até o momento não obteve o apoio necessário — maioria qualificada — para que a medida fosse aprovada.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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