Europa Press/Contacto/Denis Thaust
MADRID 29 jan. (EUROPA PRESS) - O Ministério Público de Marselha anunciou nesta quarta-feira que o petroleiro “Grinch”, interceptado na semana passada sob suspeita de pertencer à chamada “frota fantasma” com a qual a Rússia tenta contornar as sanções impostas contra ela, foi colocado sob “imobilização administrativa”, embora seu capitão, de nacionalidade indiana, tenha sido libertado e autorizado a retornar a bordo.
Isso foi confirmado pelo chefe do órgão marselhês, Nicolas Bessone, que explicou ao jornal “Le Figaro” detalhes de uma investigação realizada pela Gendarmerie Marítima sob a supervisão do Ministério Público e na qual se suspeita que o navio em questão, proveniente da cidade portuária russa de Murmansk, no norte do país, navega com bandeira falsa: embora ostente a bandeira das Comores, há indícios de que, na realidade, pertence à Rússia.
O cargueiro foi interceptado em 22 de janeiro no mar de Alborán — entre a Espanha e o norte da África — pela Marinha francesa e, após seu desvio e chegada ao golfo de Fos-sur-Mer, o capitão do navio, agora liberado, foi entregue pela Marinha francesa às autoridades judiciais.
O petroleiro “Grinch”, com 249 metros de comprimento, aparece com esse nome na lista de navios da frota fantasma russa sujeitos a sanções pelo governo do Reino Unido, mas recebe a identificação de “Carl” na lista elaborada pela União Europeia e pelos Estados Unidos.
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