VITORIA 22 jan. (EUROPA PRESS) - A procuradora-geral do País Basco, Carmen Adán, afirmou que as administrações públicas deverão adotar medidas preventivas e de controle “adequadas” caso as colônias de Bernedo (Álava) reabram no próximo verão, onde estão sendo investigados supostos crimes contra a liberdade sexual de vários menores de idade.
Adán, em declarações à imprensa antes de participar de um seminário sobre direitos e deficiência, referiu-se às informações que indicam que os responsáveis pelas colônias de Bernedo estão organizando o reinício dos acampamentos para o próximo verão. A procuradora-geral lembrou que a investigação está “em uma fase inicial de verificações, sem que nenhuma medida tenha sido adotada ainda”. Nesse sentido, indicou que, quando as investigações forem concluídas, “será o momento de concretizar as acusações, as medidas, se for o caso, ou as comunicações que tiverem que ser feitas”. Com relação ao fato de que as atividades de um acampamento sobre o qual estão sendo investigados vários possíveis crimes possam ser retomadas no próximo verão, ela afirmou que reabrir os acampamentos é “uma questão privada”. “O que nos compete é que, neste momento, o âmbito administrativo está em vigor”, indicou. Nesse sentido, explicou que “as entidades públicas com interesse e necessidade de garantir o interesse superior do menor terão que adotar as medidas preventivas de controle adequadas para que, tanto na forma, quanto nas pessoas, quanto nas instalações, seja garantido qualquer interesse do menor que possa ser afetado”.
Por outro lado, afirmou que espera que a mudança de magistrado no tribunal que investiga este caso não afete o andamento da instrução.
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