Europa Press/Contacto/Kyle Mazza - UNF News via CN
MADRID, 28 abr. (EUROPA PRESS) -
A procuradora-geral de Washington DC, Jeanine Pirro, destacou nesta segunda-feira que as autoridades americanas têm “um caso sólido” contra o suspeito acusado de tentar assassinar o presidente Donald Trump, alegando poder “rastrear tudo o que ele fez” e dispor de provas de seu planejamento e intenção.
“Temos um caso sólido”, afirmou Pirro em entrevista à emissora conservadora Fox News, na qual indicou que os investigadores já identificaram um manifesto e declarações claras de intenção. “Está muito claro qual era a sua intenção: matar o presidente”, afirmou.
A promotora reconheceu que a investigação ainda está em seus estágios iniciais e que as autoridades estão trabalhando para reconstruir o rastro digital do suspeito e determinar se houve outras pessoas envolvidas. No entanto, ela enfatizou que “tudo o que ele fez, o que disse, as armas que levava consigo ao cruzar as fronteiras estaduais” reforçam que se trata de “um caso sólido”.
“Seremos capazes de rastrear tudo o que ele fez”, sublinhou antes de mencionar possíveis acusações adicionais à medida que mais provas forem descobertas. “Isso é apenas o começo”, advertiu, indicando que o suspeito enfrenta a possibilidade de prisão perpétua enquanto as autoridades continuam reunindo provas.
Suas declarações ocorreram logo após o Ministério Público dos Estados Unidos ter acusado formalmente Cole Allen, professor californiano de 31 anos, de três crimes: “Tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos, punível com prisão perpétua; transporte interestadual de arma de fogo para cometer um crime grave, punível com até 10 anos de prisão, (e) disparo de arma de fogo durante um crime violento, punível com pena mínima obrigatória de 10 anos de prisão e máxima de prisão perpétua”, conforme publicado nas redes sociais pela Promotoria de Washington após o anúncio conjunto de Pirro com o procurador-geral interino, Todd Blanche.
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