Europa Press/Contacto/Jim LoScalzo - Pool via CNP
MADRID 29 nov. (EUROPA PRESS) -
O procurador-geral de Honduras, Johel Antonio Zelaya Álvarez, anunciou que tomará "medidas" para evitar a "impunidade" no caso de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, perdoar o ex-presidente hondurenho Juan Orlando Hernández (2014-2022), condenado no ano passado nos Estados Unidos a 45 anos de prisão por tráfico de drogas.
Diante do indulto anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em favor do ex-presidente Juan Orlando Juan Orlando Hernández, condenado pela justiça norte-americana por crimes de narcotráfico, o Ministério Público de Honduras é obrigado a tomar medidas no âmbito da Constituição e das leis para garantir que a justiça prevaleça e para acabar com a impunidade", publicou Zelaya em sua conta na rede social X. "O governo hondurenho é obrigado a tomar medidas no âmbito da Constituição e das leis para garantir que a justiça prevaleça e para acabar com a impunidade", disse ele.
Trump disse que perdoará Hernández se o candidato de extrema direita Nasry 'Tito' Asfura vencer a eleição presidencial de domingo.
"Vamos tornar Honduras grande novamente (...). Parabéns a Juan Orlando Hernández por seu próximo perdão", disse Trump. Hernández está encarcerado na prisão de Hazelton, na Virgínia Ocidental.
Zelaya não especificou os crimes pelos quais o ex-presidente seria acusado em Honduras, mas enfatizou que haveria processos pendentes. Assim, a Procuradoria Geral da República poderia reabrir casos ligados à corrupção e ao crime organizado que não avançaram enquanto Hernández estava no cargo.
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