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MADRID 9 set. (EUROPA PRESS) -
A justiça hondurenha ordenou a prisão preventiva da quarta pessoa acusada de uma suposta conspiração para assassinar o ex-presidente hondurenho e primeiro cavalheiro do país, Manuel Zelaya, uma conspiração cujo objetivo final seria a queda do governo do atual presidente, sua esposa, Xiomara Castro.
Um juiz ordenou que o homem, identificado como Gerardo Galeano, fosse mantido sob custódia até seu julgamento sob a acusação de "associação terrorista em detrimento da ordem pública", de acordo com informações do jornal 'Proceso Digital'.
Galeano se junta assim aos outros três acusados no mesmo processo: Perfecto Enamorado, Antonio Kattan e Arcadio Corrales. Todos eles foram presos em uma série de operações policiais realizadas em meados de agosto, depois que o Ministério Público reuniu informações que os ligavam diretamente ao plano de assassinato de Zelaya.
As investigações sugerem que esse plano incluía a organização de uma greve nacional e o uso da violência para gerar caos, medo e pressão política. O objetivo também era desestabilizar o governo e impedir a realização das eleições gerais em 30 de novembro.
O procurador-geral, Johel Zelaya, havia relatado anteriormente a existência de um plano que visava "alterar a ordem constitucional e colocar em risco a paz social e a democracia" no período que antecedeu as eleições.
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