Publicado 16/01/2026 11:41

Prisioneiros estrangeiros de sete nacionalidades diferentes libertados na Venezuela

Archivo - Arquivo - 1º de junho de 2018 - Caracas, Miranda, Venezuela - Presos políticos acenam para seus familiares do lado de fora do Helicoide, em Caracas, enquanto são colocados no ônibus para deixar a prisão. O governo da Venezuela concede medidas ca
Europa Press/Contacto/Roman Camacho - Arquivo

MADRID 16 jan. (EUROPA PRESS) - As autoridades da República Tcheca confirmaram nesta sexta-feira a libertação de Jan Darmovzal, cidadão nacional que permanecia preso na Venezuela, ao mesmo tempo em que informaram que ele foi libertado junto com um grupo de prisioneiros da Irlanda, Romênia, Alemanha, Albânia, Ucrânia e Países Baixos.

Em coletiva de imprensa em Praga, o primeiro-ministro checo, Andrej Babis, e o ministro das Relações Exteriores, Petr Macinka, confirmaram a libertação de Darmovzal “após várias semanas de intensas negociações” e explicaram que um avião checo foi mobilizado para repatriá-lo.

“Ele foi libertado junto com um grupo de prisioneiros da Irlanda, Romênia, Alemanha, Albânia, Ucrânia e Países Baixos”, indicou o ministro das Relações Exteriores checo. As autoridades venezuelanas prenderam Darmovzal em setembro de 2024, alegando que ele planejava participar de uma conspiração para assassinar o presidente Nicolás Maduro e derrubar o governo.

O Executivo de Delcy Rodríguez informou a libertação de 116 presos que permaneciam detidos em prisões venezuelanas, números que as organizações civis reduzem ostensivamente. No caso da Plataforma Unitaria Democrática, ligada à opositora María Corina Machado, contabilizam 76 “presos políticos” libertados, enquanto o último balanço do Foro Penal eleva para 84 as libertações desde a semana passada.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado