Publicado 10/07/2025 15:20

Prisões abrem uma investigação sobre as fotos de Santos Cerdán na prisão de Soto del Real.

O Ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, fala com a mídia no início da visita aos agentes destacados na Operação Cruzando o Estreito de Gibraltar. Em 10 de julho de 2025, em Tarifa, Cádiz (Andaluzia, Espanha). O Ministro do Interior, Fernando Gr
Nono Rico (Europa Press)

MADRID 10 jul. (EUROPA PRESS) -

O ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, anunciou nesta quinta-feira que a Secretaria Geral de Instituições Penitenciárias abriu uma investigação sobre as fotos do ex-secretário de Organização do PSOE Santos Cerdán dentro da prisão de Soto del Real, onde ele está em prisão provisória por supostamente ser o líder de um esquema de cobrança de comissões em troca de obras públicas.

Marlaska classificou as fotos do interior da prisão como "absolutamente sérias e repreensíveis", explicando que "imediatamente" as prisões "abriram esta manhã uma investigação a esse respeito", que espera ter resultados nas próximas horas ou dias.

Nas imagens, publicadas na quinta-feira pelo jornal 'Okdiario', pode-se ver o exdirigente do PSOE em seu dia a dia em várias unidades da prisão madrilenha Soto del Real, como o pátio e a sala de jantar.

Em declarações ao programa 'Malas lenguas' de 'La 2', coletadas pela Europa Press, o ministro destacou que o vazamento dessas imagens não afeta apenas a "proteção de dados", mas também "a privacidade da pessoa", neste caso de Santos Cerdán, que está "em uma situação muito específica por estar privado de liberdade e em um ambiente que nessas áreas deve ser considerado restrito, onde ele realiza sua privacidade".

De acordo com Marlaska, essas fotos poderiam constituir "um crime contra a privacidade", que é coberto pelo artigo 197.2 do Código Penal. "Não é a mesma coisa ser uma pessoa em um ambiente privado de liberdade, e em certas circunstâncias, com uma relação especial de sujeição à administração, do que estar em liberdade", indicou, para depois acrescentar que "as consequências legais também são diferentes".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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