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MADRID 8 abr. (EUROPA PRESS) -
O príncipe Harry voltou a recorrer aos tribunais do Reino Unido nesta terça-feira para tentar reverter a política adotada pelo governo em relação à sua custódia policial, argumentando que está recebendo um tratamento "injustificado e inferior" ao que teoricamente lhe corresponde como membro da família real.
A controvérsia remonta a fevereiro de 2020, quando a comissão que supervisiona a vigilância de figuras públicas no Reino Unido (Ravec) rebaixou o status do filho mais novo de Carlos III depois que Henry renunciou a seus principais deveres como membro sênior da família real. A supervisão nem sempre seria a mesma e dependeria de uma análise caso a caso.
Um tribunal já havia decidido a favor do Home Office com base no fato de que a decisão era legal e fundamentada, mas um tribunal de recursos está agora reexaminando o caso. O príncipe evitou fazer declarações após sua chegada, enquanto dentro do tribunal seu advogado, Shaheed Fatima, argumentou que o governo não seguiu os protocolos.
A advogada questionou se houve alguma reunião ou anotação oficial sobre a segurança do Duque de Sussex e acusou o juiz que presidiu o primeiro julgamento de não ter examinado adequadamente todas as provas apresentadas, informa a BBC.
O príncipe Harry continua sendo o quinto na linha de sucessão ao trono britânico, mas permanece afastado da Casa Real e, de fato, vive nos Estados Unidos com sua família.
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