Publicado 05/06/2025 14:38

O Principado e os sindicatos fazem uma pausa de uma hora nas negociações com os professores

Os professores se reúnem na EASMU enquanto os sindicatos e o Principado negociam para encerrar a greve dos professores.
EUROPA PRESS

OVIEDO 5 jun. (EUROPA PRESS) -

O comitê de negociação encarregado de resolver o conflito educacional e encerrar a greve dos professores concordou em fazer um intervalo de uma hora nas negociações entre o Governo de Astúrias e os sindicatos da educação, neste que é o segundo dia de negociações e o oitavo dia consecutivo de greve educacional. Enquanto isso, centenas de professores continuam se reunindo nas proximidades.

Como aconteceu na quarta-feira, a nova reunião está sendo realizada no Edifício de Serviços Múltiplos do Principado (EASMU). Representantes do governo asturiano, com a vice-presidente do governo asturiano, Gimena Llamedo, e o ministro da Fazenda, Guillermo Peláez, à frente, sentaram-se pouco antes das 18 horas com representantes do comitê de greve - formado por ANPE, CCOO, UGT, SUATEA e CSIF -.

Entre os principais obstáculos que impedem o acordo estão as exigências salariais e a redução das proporções em sala de aula, embora tenha havido progresso em termos de reforço da equipe de apoio e redução da carga burocrática nas escolas.

O grupo de diretores de escola que está ameaçando se demitir informou que, antes do início da reunião, havia conversado com os sindicatos para "lembrá-los da realidade das escolas e das necessidades estabelecidas no manifesto".

A PROPOSTA DO GOVERNO

O Governo do Principado apresentou ontem uma proposta que contempla a incorporação de 300 profissionais em pedagogia terapêutica (PT) e Audição e Linguagem (AL) nos próximos três anos acadêmicos, bem como o recrutamento de pessoal auxiliar e administrativo, além de um aumento salarial de 105 euros por mês e um adicional de 65 euros para professores com menos de seis anos de antiguidade.

O Principado também propôs a equiparação dos professores técnicos do VET, a revisão e a extensão do Plano de Avaliação de Ensino, salas de aula de imersão em idiomas, melhorias nas proporções de alunos por sala de aula quando houver alunos com necessidades educacionais especiais ou mais apoio na Educação Infantil.

Também foram propostas medidas para reduzir a burocracia e maior apoio administrativo, incluindo a reativação do grupo de trabalho para reduzir a carga burocrática nas escolas.

OS SINDICATOS ESTÃO PERDENDO OUTROS COMPROMISSOS

Após as negociações de quarta-feira, o comitê de greve lamentou que questões como a criação de um departamento de economia, o suporte mínimo para a educação infantil para todas as escolas e a atualização do sistema de divisão do VET tenham sido deixadas de fora das negociações.

Também está pendente que cada aluno com necessidades especiais tenha o dobro do número de professores, bem como a garantia de que cada unidade de ensino infantil ou primário seja atendida por um tutor especializado. Eles também consideram que o aumento salarial proposto é insuficiente.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado