Europa Press/Contacto/Carlos Garcia Granthon
MADRID 14 maio (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro do Peru, Gustavo Adrianzén, renunciou ao cargo na terça-feira, um dia antes de o Congresso debater e votar as quatro moções de censura apresentadas contra ele devido aos crescentes problemas de insegurança no país latino-americano.
"Presidente, no melhor interesse do país, é meu dever apresentar-lhe hoje minha renúncia irrevogável como presidente do Conselho de Ministros", declarou ele à presidente peruana, Dina Boluarte.
Adrianzén defendeu seu "grande senso de responsabilidade e compromisso" à frente do Executivo peruano em uma coletiva de imprensa divulgada pelo jornal 'La República', na qual ele lembrou "(seu) juramento de exercer (suas) funções sem cometer atos de corrupção".
"Desejo à presidente muito sucesso nos meses restantes de seu mandato. Tenho certeza de que (...) a justiça será feita e o esforço feito ao ousar governar o país em seus momentos mais difíceis será reconhecido", disse ele, assegurando que "mais cedo ou mais tarde será sabido que fizemos tudo pelo Peru".
O tratamento da insegurança pública está por trás da renúncia de Adrianzén, embora tenha sido a negação do sequestro e assassinato de treze pessoas no início de maio em uma mina de ouro no norte do país que acelerou sua decisão.
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