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MADRID 21 fev. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, convocou na sexta-feira uma delegação de congressistas norte-americanos para pressionar Israel a se retirar do sul do Líbano, depois de ter ignorado dois prazos previstos em um acordo de cessar-fogo firmado em novembro com a milícia xiita Hezbollah.
Israel ainda não se retirou depois de argumentar que o exército libanês ainda não garantiu a segurança das comunidades no norte de Israel contra quaisquer outros ataques do Hezbollah vindos do sul do Líbano e entende que o prazo de retirada de 18 de fevereiro era de natureza indicativa, assim como o prazo de 26 de janeiro.
A delegação dos EUA foi liderada pelo congressista republicano de Ohio Darrell Issa, neto de imigrantes maronitas cristãos libaneses, e chegou ao Líbano para parabenizar Salam por sua recente nomeação como primeiro-ministro.
O primeiro-ministro explicou que a delegação também declarou o apoio dos EUA ao seu país, bem como seu apoio ao exército libanês durante o cessar-fogo com Israel.
Por sua vez, o chefe do governo libanês enfatizou para o congressista e seus companheiros a necessidade de "pressionar pela retirada completa de Israel das áreas que continua ocupando o mais rápido possível", de acordo com um comunicado.
"Não há razão ou motivo algum, nem militar nem de segurança, para que Israel ainda esteja no país, e isso representa uma violação do direito internacional e da soberania do país", acrescentou o gabinete de Salam na declaração, que foi relatada pelo jornal on-line libanês Naharnet.
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